6 de jan. de 2010

Nexus One coloca Google e Apple em rota de colisão

O Google reforçou seu ataque no segmento de celulares inteligentes nesta terça-feira ao lançar um novo smartphone com tela sensível ao toque chamado Nexus One, visto por muitos como o grande rival do iPhone da Apple.

O Google também anunciou que venderia o Nexus One, definido pela empresa como "supercelular", exclusivamente em sua nova loja online. A empresa de Mountain View, que obtém a vasta maioria de sua receita com publicidade, informou que começaria a operar no varejo direto não com o objetivo de lucrar com a venda dos aparelhos mas sim para ampliar a disponibilidade de celulares equipados com o seu sistema operacional Android.

"Existe a oportunidade de obter certa margem nas vendas unitárias, mas não é esse o objetivo, aqui", disse Andy Rubin, vice-presidente de engenharia encarregado da tecnologia Android, em entrevista coletiva na sede do Google em Mountain View. "Nosso negócio primário continua a ser a publicidade".

Os consumidores americanos poderão comprar o Nexus One desbloqueado por US$ 529 ou um pacote de US$ 179 que requereria um plano de assinatura de dois anos junto à operadora T-Mobile. O Google informou que o Nexus One estaria disponível para a Verizon Wireless nos Estados Unidos e a Vodafone na Europa, dentro de alguns meses, e anunciou que a empresa esperava incluir mais aparelhos e mais operadoras em seu programa de venda direta ao consumidor no futuro.

Alguns analistas se declararam impressionados com a velocidade do Nexus One e com algumas de suas capacidades. O aparelho permite controle de voz sobre todas as caixas de texto do celular, de modo que, por exemplo, um usuário poderia compor uma mensagem de e-mail ditando o texto e não digitando. Mas expressaram decepção por o Google não ter feito mais para agitar o setor como, por exemplo, subsidiar as vendas do aparelho com os lucros que obtém na publicidade.

"Teria sido bacana vê-los lançar alguma coisa de realmente único", disse Danny Sullivan, editor do boletim noticioso SearchEngineLand e analista que acompanha o Google há muito tempo. "Mas o Nexus One é evolutivo e não revolucionário".

O celular é produzido pela HTC, uma fabricante de eletrônicos de Taiwan, e conta com tela de 3,7 polegadas e a mais recente versão do sistema operacional Google Android. Com espessura de cerca de um centímetro e peso de apenas 180 gramas, ele é um pouco mais fino e leve que o iPhone. Conta com bateria removível, câmera de cinco megapixels e flash LED e pode gravar imagens estáticas ou vídeos.

Os executivos do Google definiram o Nexus One como "exemplo" daquilo que se pode realizar com a tecnologia Android hoje. Afirmaram que a empresa estava satisfeita com o sucesso do Android, que em pouco mais de um ano se expandiu de um modelo e uma operadora a 20 modelos e 59 operadoras em todo o mundo. Mas acrescentaram ter decidido trabalhar em cooperação mais próxima com a HTC a fim de projetar o melhor celular possível com base em seu software.

A única pessoa presente que não parecia disposta a reconhecer que o Nexus One é o melhor celular equipado com o Android hoje disponível no mercado foi Sanjay Jha, co-presidente executivo da Motorola, que recentemente lançou o Droid, um modelo equipado com o Android. "Creio que o Nexus One seja um bom celular; creio que o Droid também seja um bom celular", disse Jha. Mas ele parecia favorável ao plano do Google de vender o aparelho diretamente ao consumidor. "Considero que isso tenha o potencial de expandir o mercado".

As operadoras de telefonia móvel também pareciam despreocupadas diante do plano do Google de vender aparelhos desbloqueados diretamente aos consumidores. "Certamente recebemos com agrado a oferta de maior número de escolhas no mercado", disse John Taylor, porta-voz da Sprint. Jeffrey Nelson, porta-voz da Verizon Wireless, disse que sua companhia estava ciente dos planos do Google para vender celulares online ao assinar um acordo de cooperação ampla com a companhia. Por enquanto, o Nexus One opera apenas em redes de celulares que adotem o padrão GSM -nos Estados Unidos, a AT&T e a T-Mobile. O aparelho pode ser usado na rede da AT&T se o comprador do celular desbloqueado dispuser de um chip da empresa, mas apenas na rede EDGE, mais antiga e lenta, e não nas redes 3G mais velozes, segundo o Google.

O Nexus One conta com um chip de alta velocidade e um gigahertz da Qualcomm, o Snapdragon, e permite acionamento simultâneo e rápido de múltiplas aplicativos. O aparelho tem alguns recursos 3D, e o Google colaborou com a Cooliris, uma empresa iniciante do Vale do Silício, para incorporar ao aparelho sua tecnologia que permite mostrar fotos em destaque diante de um pano de fundo formado por outras fotos. O Google lançou também uma versão do Google Earth que funciona com o Nexus One. "O aparelho parece realmente bacana", disse Charles Golvin, analista da Forrester Research. "Mas não muda o jogo".

Peter Chou, presidente-executivo da HTC, se recusou a revelar as projeções de vendas para o Nexus One, mas disse que o aparelho "leva aos limites do possível a capacidade de um celular atual".

Embora o Nexus One possa se tornar rival do iPhone, Google e Apple adotam estratégias muito distintas quanto ao mercado de celulares. A Apple fatura com a venda de aparelhos, e o Google com a venda de anúncios. Mas restam poucas dúvidas de que as duas estejam em rota de colisão.

Caso o Nexus One e outros aparelhos vendidos na loja do Google conquistem o sucesso, eles poderiam reduzir os atrativos do iPhone. Enquanto isso, a Apple anunciou na terça-feira a aquisição da Quattro Wireless, uma empresa iniciante de publicidade para a web móvel, o que indica que tem planos de atacar o Google em seu negócio dominante, a publicidade.

Assista o video de demonstração abaixo:




Algumas especificações que já foram anunciadas:
  • Sistema operacional Android 2.1;
  • Tela de AMOLED de 3,7” em resolução HVGA (480 x 800) de alto contraste (100.000:1);
  • Processador Snapdragon de 1GHz — “É rápido mesmo”;
  • Trackball com LED de notificação multi-colorido (para avisar sobre um novo e-mail, por exemplo);
  • Bússola, GPS e sensores de luz e proximidade;
  • Microfone atrás para redução ativa de ruído ambiente;
  • Espessura de 22.5mm, peso de  130g;
  • Câmera que filma em 720×480 e tira fotos de 5 megapixels com auto-foco e flash de LED;
  • Slot para cartão microSD — vem com 4GB, expansível até 32GB:
  • Galeria de fotos no estilo do Cooliris (o Google trabalhou em parceria com a empresa);
  • GPS com intruções curva-a-curva.
  • Idioma do sistema e do teclado disponíveis em português brasileiro;
  • Todo campo de texto terá entrada por voz, (que será convertida para texto no servidor, ou seja, requer uma conexão com a internet para tanto).
Enquanto os gigantes do mercado tecnológico fazem suas guerras comerciais, espero que sejamos nós os beneficiários, ou seja, no meio da guerra ou ao menos no fim da dita cuja os preços comecem à baixar se tornando mais acessíveis ao bolso brasileiros...

Até mais...

    Seu Firefox anda tomando RAM de canudinho?

    É inegável que o Firefox é o navegador queridinho de muita gente, principalmente para aqueles que trabalham com desenvolvimento web, porém a vida é uma caixinha de surpresas ( que o diga Joseph Klimber ) e ao apertar seu Ctrl+Alt+Del com o Firefox aberto você percebe que ele está consumindo uma quantidade gigantesca de memória RAM.
    Para quem trababalha com desenvolvimento normalmente não deixa somente o Firefox aberto, muitas vezes o Photoshop, Illustrator e o Aptana (um software livre da mesma linha do Dreamweaver) estão abertos ao mesmo tempo quase causando um colapso nervoso na sua maquininha.
    Bom pelo menos com as dicas abaixo espero que pelo o menos o seu Firefox chupe menos memória de sua máquina :)

    Consumindo menos ao Minimizar o Firefox

    Abra o Firefox e digite about:config na barra de endereços. Aparecerá uma mensagem HIC SUNT DRACONES (Aqui há dragões), simplesmente aperte o botão Serei cuidadoso, prometo!

    • Procure por uma linha chamada config.trim_on_minimize e dê um clique duplo sobre ela pra trocar a opção de FALSE para TRUE.

    • Caso esta linha não exista, sem pânico, basta clicar com o botão direito em uma área livre, escolher Nova Opção → Boolean, na caixinha que aparecer, digite config.trim_on_minimize e em Editar valor Booleano clique em TRUE.
    Mas a vida é uma caixinha de surpresas então essa dica só vale pro Windows (bom se vc tem um Mac não dará nem bola pra essas dicas.)

    Consumindo menos de memória aberto

    O Firefox usa um cache na memória RAM para agilizar seus processos, é possível diminuir a quantidade de memória utilizada por este cache.
    • Nas mesma tela de configuração (about:cache) procure por uma linha chamada browser.cache.disk.capacity e altere seu valor para uns 15000 aproximadamente.
    Bom e se você achar que seu Firefox perdeu muito rendimento, aumente o valor para um valor mais alto, como 20 ou 30 mil.

    Ateh ♥

    5 de jan. de 2010

    Empresa de design processa Microsoft pelo uso do nome ‘Bing’

    Bing Information Design pede indenização alegando que campanha publicitária do mecanismo de busca gera confusão para os negócios da empresa.

    Uma pequena empresa dos Estados Unidos que tem a palavra “Bing” em seu nome está processando a Microsoft por usar a mesma palavra em seu mecanismo de busca, alegando quebra de marca registrada e competição injusta por parte da gigante de software.

    A Bing Information Design abriu o processo pedindo uma indenização por danos incluindo publicidade paga pela Microsoft para eliminar a confusão entre as marcas, disse a área jurídica da empresa na quinta-feira (17/12).

    A companhia de design, que oferece ilustrações relacionadas a computador e outros serviços, usa o nome Bing desde 2000 e registrou a marca “Bing!” no dia 26 de maio. A patente foi inicialmente rejeitada em agosto, mas a empresa tem mais seis meses para tentar garantir a marca.

    A Microsoft entrou com o pedido de registro da marca Bing no dia 2 de março.

    O uso do nome Bing pela Microsoft e a publicidade agressiva tornaram difíceis os esforços da pequena empresa de design de se distinguir, segundo um comunicado da companhia.

    A Microsoft não foi notificada oficialmente sobre a ação, mas disse ter sido informada sobre o caso através da imprensa. “Acreditamos que o caso não tem mérito e não achamos que haja alguma confusão com a campanha de marketing do Bing da Microsoft”, declarou um porta-voz da empresa de software.


    (Bill Gates)

    "Bing... Binp... pesnsando nisso...

    Não sei, não. Mais acho que nós da "NoteBinp" vamos entrar nessa também afinal é confito de identidades?!? Para não haver erros vamos processar as duas. hehehe"

    Oracle compra fornecedora de software para qualidade de dados.

    Com a aquisição da Silver Creek Systems, empresa integra produto que
    ajuda a padronizar as descrições de produtos entre diversos bancos de dados.

    Por IDG News Service/Boston
    05 de janeiro de 2010 - 16h20


    A Oracle completou sua primeira aquisição do ano ao anunciar, na segunda-feira (4/1), que arrematou a fornecedora de software para qualidade de dados Silver Creek Systems. Os termos do acordo não foram divulgados.

    O software DataLens, da Silver Creek, ajuda as empresas a simplificar e padronizar as descrições de produtos entre os vários bancos de dados da empresa.

    Uma melhor qualidade nos dados sobre produtos beneficia muitos tipos de empresa de modos bastante diversos, explicou a Oracle. Com essa tecnologia, é possível melhorar a experiência de compra online em uma cadeia de varejo, ou ajudar uma empresa de serviços a criar um catálogo único e definitivo.

    A Oracle compete em qualidade e integração de dados com outros de fornecedores, como IBM, Informatica e Pitney Bowes.

    A tecnologia da Silver Creek amplia o potencial do conjunto de produtos (Product Hub) da Oracle, e pode ser integrada a diversas linhas de software, como gerenciamento de cadeia de suprimentos (SCM), gerenciamento de relações com o cliente (CRM) e gerenciamento de ciclo de vida de produto (PLM).

    A Oracle não forneceu detalhes sobre o destino dos outros produtos da Silver Creek. Disse apenas que está revendo o portifólio da empresa e que vai fornecer orientação aos consumidores assim que o trabalho estiver terminado. No entanto, o gasto com pesquisa e desenvolvimento deverá aumentar, afirmou.

    Usando a Criptografia MD5

    A algoritmo MD5 é um dos mais seguros algoritmos de criptografia existentes. Ele implementa um tipo de criptografia onde não é possível decriptar, sendo assim, é ideal para armazenar senhas. O exemplo abaixo mostra como usar este algoritmo na plataforma DotNET.

         MD5 em VB.Net

    Imports System.Security.Cryptography

    Public Function Encriptar_MD5(ByVal StrEntrada As String) As String
    Dim ObjMD5 As New Security.Cryptography.MD5CryptoServiceProvider
    Dim BytHash() As Byte = System.Text.Encoding.ASCII.GetBytes(StrEntrada)
    Dim StrReturn As String = Nothing

    BytHash = ObjMD5.ComputeHash(BytHash)

    For Each ByteToEach As Byte In BytHash
    StrReturn += ByteToEach.ToString("x2")
    Next

    Return StrReturn.ToUpper

    End Function


         MD5 em C#

    using System.Security.Cryptography;

    public string Encriptar_MD5(string StrEntrada)
    {
    Security.Cryptography.MD5CryptoServiceProvider ObjMD5 = new Security.Cryptography.MD5CryptoServiceProvider();
    byte[] BytHash = System.Text.Encoding.ASCII.GetBytes(StrEntrada);
    string StrReturn = null;

    BytHash = ObjMD5.ComputeHash(BytHash);

    foreach (byte ByteToEach in BytHash) {
    StrReturn += ByteToEach.ToString("x2");
    }

    return StrReturn.ToUpper;
    }

    Por hoje é só pe pe pessoal...

    Quando o Casting é realmente necessário!?

    Muitas vezes vejo em fóruns alguns trechos de códigos em que o pessoal faz o casting de um controle em outro para acessar uma determinada propriedade. O que quero chamar a atenção aqui é que nem sempre esses castings são necessários e, por menor que seja, efetuá-los sempre tem o seu custo.

    Todo controle em ASP.NET herda direta ou indiretamente da classe Control. Essa classe fornece grande parte das propriedades e métodos que todo server-control deve ter. Imagine que dentro de um controle DataBound, como o ListView, voce possui um controle ASP.NET qualquer, e queira definir a sua propriedade Visible como False. Para exemplificar, notem que abaixo estou procurando pelo controle "Calendar1" através do método FindControl. Com o retorno deste método (que é um objeto derivado da classe Control) eu faço o casting para o controle Calendar e, consequentemente, defino a propriedade Visible como False.

         Casting em Vb.Net
    Protected Sub ListView1_ItemDataBound(ByVal sender As Object, ByVal e As ListViewItemEventArgs)
    If e.Item.ItemType = ListViewItemType.DataItem Then
    DirectCast(e.Item.FindControl("Calendar1"), Calendar).Visible = False
    End If
    End Sub


         Casting em C#
    protected void ListView1_ItemDataBound(object sender, ListViewItemEventArgs e)
    {
    if (e.Item.ItemType == ListViewItemType.DataItem)
    {
    ((Calendar)e.Item.FindControl("Calendar1")).Visible = false;
    }
    }

    Como dito anteriormente, a propriedade Visible está definida na classe Control, e com isso não há necessidade de efetuar o casting para acessá-la. Voce só precisa efetuar o casting caso queira acessar uma propriedade exclusiva do controle. Para finalizar, abaixo temos o mesmo código sem o casting, e tendo o resultado conforme o esperado:


         Casting em Sem Vb.Net
    Protected Sub ListView1_ItemDataBound(ByVal sender As Object, ByVal e As ListViewItemEventArgs)
    If e.Item.ItemType = ListViewItemType.DataItem Then
    e.Item.FindControl("Calendar1").Visible = False
    End If
    End Sub


         Sem Casting em C#
    protected void ListView1_ItemDataBound(object sender, ListViewItemEventArgs e)
    {
    if (e.Item.ItemType == ListViewItemType.DataItem)
    {
    e.Item.FindControl("Calendar1").Visible = false;
    }
    }

    Mais de 60% das empresas querem investir na virtualização em 2010

    "O estudo da Computerworld confirma as previsões da IDC, a qual aponta para uma queda de 16% nas vendas de servidores físicos no próximo ano, em comparação a 2008."

    Computerworld/EUA
    Publicada em 30 de dezembro de 2009 às 12h21

    A maioria das organizações aponta a virtualização de servidores como parte do planejamento estratégico de TI para o próximo ano. Pelo menos é o que aponta o estudo Computerworld's 2010 Forecast, o qual ouviu 312 executivos responsáveis pela área de tecnologia da informação.

    Segundo o levantamento, realizado pela Computerworld nos Estados Unidos, 64% dos entrevistados afirmam que suas organizações estão interessadas ou muito interessadas em virtualizar mais servidores no próximo ano, por conta dos benefícios que podem ser obtidos com essa iniciativa. Na mesma linha , a IDC projeta que, em 2010, os projetos envolvendo servidores físicos vão movimentar 6,9 milhões, o que representa um decréscimo de 16% em relação a 2008. Um número que confirma a tendência das empresas migrarem para máquinas virtuais.

    No Brasil, um estudo realizado pela IDC no quarto trimestre deste ano aponta que 42% das grandes e médias empresas já utilizam a virtualização de servidores.


    Dez tecnologias que devem ficar obsoletas em 2010

    "Os cartões de visita, as locadoras de filmes e os controles remotos estão
    entre as soluções que têm os dias contados e devem ser substituídas no próximo ano"

    IDG News Service/EUA
    Publicada em 29 de dezembro de 2009 às 10h31


    Ao longo do tempo temos visto algumas tecnologias morrerem. Entre os exemplos, podemos citar o caso dos pagers, PDAs e disquetes. Outras, no entanto continuam vivas, mesmo com o surgimento de alternativas melhores que são mais fáceis, baratas, com maior qualidade e muito mais eficientes.

    Diante de tantas possibilidades, que tal o exercício de fazer uma lista com as dez tecnologias obsoletas das quais devemos nos livrar em 2010?

    • Máquinas de Fax
    Esse tipo de equipamento tornou-se obsoleto 15 anos atrás. Ninguém mais utiliza essa tecnologia nos dias de hoje. Os documentos que geralmente são enviados por fax começam no formato digital, portanto é muito mais prático fazer o envio diretamente por e-mail.

    • Acendedores de cigarros em carros
    A tecnologia dos acendedores de cigarros nos carros surgiu em meados de 1920 e foi aperfeiçoada em torno de 1950. Décadas mais tarde, a indústria continua construindo carros com estes plugues estranhos, e geralmente sem o acendedor.
    Como dispositivos elétricos, esses plugues não são seguros nem confiáveis, além de terem uma energia baixa e serem inconvenientes, forçando o usuário a comprar adaptadores especiais para recarregar ou ligar seus dispositivos. Todos os carros deveriam ter tomadas padronizadas, como as das casas, ou portas USB.

    • WWW
    Na ideia original dos endereços da internet, o prefixo identifica o tipo de serviço. O www.idgnow.com.br, por exemplo, aponta os servidores World Wide Web do IDGNow!.

    Os administradores de rede podem escolher se um endereço precisa tecnicamente de um “www”. Mas os navegadores complementam essa informação mesmo quando ela não é digitada.

    É por isso que o “www” como parte de um endereço, seja impresso em um cartão de visita ou digitado no navegador, é sempre desnecessário. Paramos de usar o HTTP:// anos atrás, e também é hora de parar de usar o “www”.

    • Cartões de visita
    Já existem algumas alternativas superiores aos cartões de visita. Se o recado for dado por e-mail, basta incluir as informações para contato na mensagem e responder com assinaturas, vCards anexados, links para páginas de contato ou outro meio digital.

    • Locadoras de filmes
    Já não há mais a necessidade de se locomover até uma locadora, esperar em uma fila, alugar um vídeo e voltar para casa. Os filmes são nada mais do que arquivos digitais. Você pode baixá-los ou receber um disco por correspondência.

    • Controles remotos
    Quase todos os componentes de um sistema de entretenimento de casa têm um controle remoto. A TV, o aparelho de TV a cabo, o player de DVD ou Blu-ray e até mesmo o sistema de som.

    A tendência é que eles sejam substituídos por aplicativos móveis. Smartphones são bons para essa tarefa por terem uma interface melhor do que a dos controles, além de permitirem uma programação mais simples e atualizações.

    • Telefones fixos
    O número de pessoas que trocou seus telefones fixos por celulares nos Estados Unidos dobrou entre 2006 e 2009, de acordo com registros do governo americano. Atualmente, 25% das casas no país não possuem mais telefones fixos.

    A telefonia fixa pode se tornar obsoleta, pois os telefones fixos não recebem mensagens de texto.

    • CDs de música
    Os CDs musicais funcionam perfeitamente, mas não possuem nenhuma vantagem significante sobre mídia que pode ser baixada, como arquivos MP3. Os CDs não são amigáveis ao meio ambiente, são frágeis e inconvenientes para transporte. É possível migrar para um acervo digital, baseado em arquivos, com funções de busca, backups e que possa ser carregado de qualquer lugar.

    • Rádio via satélite
    As rádios da internet já provaram que não precisamos mais de satélites para a comunicação sonora, já que o conteúdo pode ser distribuído online, por um aplicativo do iPhone, por exemplo.
    Mas há alguns casos em que o satélite leva vantagem. Um exemplo é quando alguém está viajando em uma área fora da cobertura de dados e está escutando a conteúdo ao vivo, como noticiários. Ainda assim, não é com tanta frequência se viaja para tão longe.

    • Cadastros redundantes
    Vários sites oferecem algum tipo de registro, que geralmente pedem informações de contato pessoal e um usuário e senha. Mas não há necessidade de digitar o e-mail ou senha duas vezes. Afinal, a informação é verificada de qualquer forma. E também não há razão para digitar cidade, estado e CEP, pois o próprio CEP informa a cidade e o estado, e vice versa.

    Bem...
    "A tendência do mundo é o Novo Devorar o Velho"

    Até mais...

    4 de jan. de 2010

    Connection strings - 1ª Parte (SQL Server 2008)

    Classe: System.Data.SqlClient.SqlConnection


    Standard Security
    Data Source=myServerAddress;Initial Catalog=myDataBase;User Id=myUsername;Password=myPassword;
    Use serverName\instanceName as Data Source to connect to a specific SQL Server instance.


    Standard Security (Sintaxe Alternativa)
    Server=myServerAddress;Database=myDataBase;User ID=myUsername;Password=myPassword;Trusted_Connection=False;


    Trusted Connection
    Data Source=myServerAddress;Initial Catalog=myDataBase;Integrated Security=SSPI;


    Trusted Connection (Sintaxe Alternativa)
    Server=myServerAddress;Database=myDataBase;Trusted_Connection=True;

    Connectar via IP
    Data Source=190.190.200.100,1433;Network Library=DBMSSOCN;Initial Catalog=myDataBase;User ID=myUsername;Password=myPassword;


    Conexão com Processamentos Assíncronos
    (A conexão com o SQL Server que permite a emissão de pedidos assíncronos através de objetos do ADO.NET.)
    Server=myServerAddress;Database=myDataBase;Integrated Security=True;Asynchronous Processing=True;

       Usando em VB.NET

    Imports System.Data.SqlClient
    Dim myConnection As SqlConnection = New SqlConnection()
    myConnection.ConnectionString = myConnectionString
    myConnection.Open()

    //execute queries, etc
    myConnection.Close()


       Usando em C#

    using System.Data.SqlClient;
    SqlConnection myConnection = new SqlConnection();
    myConnection.ConnectionString = myConnectionString;
    myConnection.Open();

    //execute queries, etc

    myConnection.Close();



     
    Continuaremos com o MySql na 2ª Parte deste Artigo.
    Até mais...



    Percorrendo os Itens do DataGrid - ASP. NET

    Olá pessoal. 
    Hoje vou falar um pouco sobre como percorrer os Itens do DataGrid...
    ASP.NET


    Há alguns cenários onde precisamos ter no controle DataGrid e, em cada um dos itens (linhas) do mesmo, ter um CheckBox, que tem a finalidade de "marcar" um determinado registro, onde futuramente precisaremos recuperar os registros que estão marcados para efetuarmos algum processo com eles.

    Para compor este cenário, teremos que ter uma coluna do tipo TemplateColumn no DataGrid e, dentro dela, devemos colocar um controle CheckBox que irá especificar se o registro está ou não marcado. Depois do DataGrid devidamente carregado, para cada item (linha), com excessão do Header e Footer, será criado automaticamente um controle CheckBox para que o usuário possa marcar os registros que desejar.

    Agora, no evento Click de um botão qualquer, iremos percorrer os itens do DataGrid e, dentro deste laço For Each, será necessário fazer algumas verificações antes de acessar diretamente o CheckBox que está contido dentro do item. A primeira verificação deve ser feita analisando se o item é do tipo Item ou AlternatingItem, quais são as seções (linhas) que podem conter os CheckBoxes. Em seguida, através do método FindControl, recuperamos a instância do controle CheckBox e verificamos se ele está ou não marcado, através da propriedade Checked. Se estiver, recuperamos o valor da terceira célula (índice 2) através da propriedade Text da mesma e, conseqüentemente, adicionamos em um controle Label.





    O abaixo mostra como recuperar no evento
    Click de um botão, os itens marcados de um DataGrid:

        
         Percorrer em Vb.Net

    Private Sub Button1_Click(ByVal sender As Object, ByVal e As System.EventArgs)
    For Each item As DataGridItem In Me.DataGrid1.Items
    If item.ItemType = ListItemType.Item OrElse item.ItemType = ListItemType.AlternatingItem Then

    Dim chk As CheckBox = DirectCast(item.FindControl("CheckBox1"), CheckBox)
    If chk.Checked Then
    Me.Label1.Text += item.Cells(2).Text
    End If
    End If
    Next
    End Sub

         Percorrer em C#

    private void Button1_Click(object sender, System.EventArgs e)
    {
    foreach (DataGridItem item in this.DataGrid1.Items) {
    if (item.ItemType == ListItemType.Item || item.ItemType == ListItemType.AlternatingItem) {

    CheckBox chk = (CheckBox)item.FindControl("CheckBox1");
    if (chk.Checked) {
    this.Label1.Text += item.Cells(2).Text;
    }
    }
    }
    }


    Até a próxima pe pessoal...